Existe num caderno em branco uma centelha de esperança

É através da escrita que melhor me organizo, me expresso e, sobretudo, me processo. A escrita é parte integrante do meu dia-a-dia desde que me conheço e, como tal, era de esperar a minha tendência para os artigos de papelaria.

Como tal, é frequente para mim procurar novas ideias e novas inspirações. Foi numa das minhas pesquisas que encontrei a Casa D’Amendoeira e, para ser completamente honesta, de entre dezenas de resultados que consultei, foi aquele que mais me falou ao coração.

Existe num caderno em branco uma centelha de esperança, figurativa e literalmente. Mas, na Casa d’Amendoeira, mais ainda, por não se tratar de apenas outro caderno. O que mais mexeu comigo foi o carinho posto em cada peça feita completamente à mão, que se nota desde logo.

A originalidade que se comprova. Não se trata apenas de outra de tantas lojas de produção em massa que seguem as tendências estéticas dos últimos tempos. Aqui o lema é, e talvez por isso me tenha identificado tanto, seguir a vida que nos faz felizes, tendo o acto de escrever como companheiro de jornada.

A existência da própria marca é, aliás, reflexo desse mesmo lema, sendo tratar-se de um projecto, quanto a mim altamente bem conseguido, de duas irmãs que decidiram pegar na vida pelas próprias mãos e fazer da sua paixão pela papelaria um sonho concretizado.

Ao receber o meu primeiro caderno, “Down The Rabbit Hole” Deluxe Edition, uma colaboração da Casa D’Amendoeira com a ilustradora Maria Matos, comprovei de imediato aquilo que pensava. Além da qualidade ser óptima, existe sempre uma tendência de olhar para ele e admirá-lo como uma obra de arte, razão pela qual desde que chegou tem estado sempre ao meu lado na secretária. E é disso que se trata aqui, obras de arte artesanais, cheias de positivismo.

Afinal, é uma das formas mais aconchegantes de celebrar a vida: deixar que a tinta deslize no papel, eternizar memórias, alargar horizontes ou firmar a concretização de sonhos. E quando a porta para esse aconchego é, ela própria, símbolo disso mesmo, como aqui, tanto melhor.

 

Por Inês Marto,  Blogger e Escritora Portuguesa, Junho 2021
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